• Delmiro Gouveia, 31/01/2026
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Bruno Mafra

2026 será o ano da teopolítica no Brasil — Parte 1

2026 é ano eleitoral e nunca na História das eleições brasileiras as igrejas tiveram tanto peso eleitoral

Imagem ilustrativa
2026 será o ano da teopolítica no Brasil — Parte 1

2025 está indo embora e apesar do sentimento esperancista que contagia esse momento o futuro será será de muitas incertezas e conflitos sociais. 

A polarização não vai acabar. 

2026 é ano eleitoral e nunca na História das eleições brasileiras as igrejas tiveram tanto peso eleitoral. 

A teopolítica aberta de vários segmentos religiosos está nas ruas e não liga para os paradoxos. Porque no fundo a intenção é ter poder e que os fiéis fiquem alienados no discurso das moralidades, aborto, casamento homossexual e liberação de drogas. 

Religiosos, padres, pastores e até auto-intitulados apóstolos votam e pedem pra suas comunidades votarem em quem usa emendas parlamentares e não prestam contas.   

Operadores do orçamento secreto recebem votos  de igrejas inteiras ao mesmo tempo que suas práticas passam longe dos ditames do evangelho. 

O marketing narra a vida hoje com maior intensidade e os marqueteiros trabalham isso muito bem, os religiosos fazem o mesmo e com um elemento  a mais que é a tradição religiosa interpretada com vontade de Deus.  

A teopolítica já tem o seu inimigo pro seu projeto de poder reacionário pra imbecis e festas secretas bem imorais para eles.


A opinião de nossos colunistas não reflete necessariamente a opinião da Editora Guia Mais.



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