Bruno Mafra
2026 será o ano da teopolítica no Brasil — Parte 1
2026 é ano eleitoral e nunca na História das eleições brasileiras as igrejas tiveram tanto peso eleitoral
2025 está indo embora e apesar do sentimento esperancista que contagia esse momento o futuro será será de muitas incertezas e conflitos sociais.
A polarização não vai acabar.
2026 é ano eleitoral e nunca na História das eleições brasileiras as igrejas tiveram tanto peso eleitoral.
A teopolítica aberta de vários segmentos religiosos está nas ruas e não liga para os paradoxos. Porque no fundo a intenção é ter poder e que os fiéis fiquem alienados no discurso das moralidades, aborto, casamento homossexual e liberação de drogas.
Religiosos, padres, pastores e até auto-intitulados apóstolos votam e pedem pra suas comunidades votarem em quem usa emendas parlamentares e não prestam contas.
Operadores do orçamento secreto recebem votos de igrejas inteiras ao mesmo tempo que suas práticas passam longe dos ditames do evangelho.
O marketing narra a vida hoje com maior intensidade e os marqueteiros trabalham isso muito bem, os religiosos fazem o mesmo e com um elemento a mais que é a tradição religiosa interpretada com vontade de Deus.
A teopolítica já tem o seu inimigo pro seu projeto de poder reacionário pra imbecis e festas secretas bem imorais para eles.
A opinião de nossos colunistas não reflete necessariamente a opinião da Editora Guia Mais.

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