Marcos Queiroz
A voz das ruas: por que o povo apoia as ações policiais
A realidade que os discursos ignoram
O Brasil vive uma das piores crises de segurança pública da sua história. Enquanto o medo domina as ruas, o que mais se ouve em certos círculos políticos e acadêmicos são discursos distantes da vida real.
Parte da esquerda insiste em pintar a polícia como vilã, como se o problema do país fosse o policial armado — e não o criminoso que aterroriza famílias, domina comunidades e impõe a lei do medo.
Mas o povo pensa diferente. E os números mostram isso.
O povo está do lado da lei
Mais de 60% dos moradores do Rio de Janeiro aprovam as megaoperações policiais.
Isso não é ignorância, é experiência. É a voz de quem acorda com tiroteios, teme sair de casa e vê o crime dominar o território há décadas.
Esse apoio popular não nasce da violência — nasce da esperança. Esperança de que alguém, enfim, enfrente o caos que o Estado deixou crescer.
Entre o discurso e a realidade
Enquanto alguns falam de “violência estatal” em salas climatizadas, o cidadão das comunidades sente o peso do abandono.
O povo quer viver, trabalhar e criar seus filhos em paz.
Ignorar esse clamor é tratar o sofrimento do brasileiro como estatística — é escolher o lado errado da história.
Crítica, sim. Demonização, não.
Ninguém defende abuso de autoridade. Nenhuma democracia séria deve tolerar excessos.
Mas transformar a crítica em arma política para desmoralizar a polícia é um erro que só fortalece o crime.
Quando o policial é visto como inimigo, quem vence é o bandido.
O Brasil cansou de discursos
O país precisa de ação, coragem e responsabilidade.
Precisa de políticas públicas que unam rigor na lei e investimento em prevenção — não de debates ideológicos que afastam o foco da realidade.
É hipocrisia exigir segurança e, ao mesmo tempo, atacar quem a garante.
A voz das ruas é clara
O povo brasileiro já escolheu seu lado: o da ordem, da justiça e da coragem.
Defender a polícia que protege não é apoiar violência — é defender o direito mais básico e justo de qualquer cidadão: o de viver em paz.
A opinião de nossos colunistas não reflete necessariamente a opinião da Editora Guia Mais.

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