Padre Eraldo rejeita contraproposta do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Alagoas

De acordo com informações, Padre Eraldo manterá a proposta de reajuste salarial de 6,81% oferecida no dia 27 de junho e recusada pela categoria durante assembleia realizada na Piscina do Clube Vicente no dia 02 de julho.


Por Redação em 12/07/2018 - 11:25 hs

Prefeito de Delmiro Gouveia, Eraldo Joaquim Cordeiro (PSD) - Foto: Marcos Maciel

O prefeito de Delmiro Gouveia, Eraldo Joaquim Cordeiro (PSD), rejeitou a contraposta do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Alagoas (Sinteal - núcleo Alto Sertão), na qual foram apresentadas duas alternativas para o reajuste salarial dos servidores da Educação do município. 

De acordo com informações, Padre Eraldo manterá a proposta de reajuste salarial de 6,81% oferecida no dia 27 de junho e recusada pela categoria durante assembleia realizada na Piscina do Clube Vicente no dia 02 de julho. Uma nova assembleia está marcada para acontecer nesta sexta-feira (13).

Segundo as palavras do Presidente do Sinteal - núcleo Alto Sertão, Pedro Pereira, depois de calorosas discussões com a categoria, a maioria absoluta fez a escolha de enviar a contraproposta que apresentou ao governo dois patamares, de 6.81% com retroativo cheio ou 8% divididos em três vezes, sendo 3% em julho, 3,81% em outubro e 1,19% em dezembro. Ele ainda ressaltou que o gasto das duas bases segue o mesmo patamar do Fundef.

Em entrevista ao Programa Cidadania Delmiro, com o apresentador Gilson Feitosa, na última sexta-feira (6), o Professor Pedro Pereira, revelou que a categoria rejeitou a proposta de Padre Eraldo, mas alegou que a proposta não era ruim, “vimos que o percentual oferecido era um percentual que os trabalhadores consideraram considerável, mas que ele dividido não agradava a todos, e ficou dito pela maioria os 6.81% era algo que poderia ser aceita, então nós chamamos a comissão, discutimos os pontos, todos os detalhes do nosso propósito, que é agregar os valores e percentuais ao salário dos servidores, e dentro desse propósito, jogamos para categoria uma proposta discutida pela comissão”, afirmou.

O Presidente do Sinteal também afirmou que “ (a categoria) chegou ao consenso de que o problema não era o percentual em si de 6.81%, mas como ele foi apresentado dividido, aí lançamos uma contraproposta para redefinir as bases junto a categoria”.

Questionado se os números que foram apresentados ao professor Milton eram do Sinteal ou da Secretaria de Educação, ele afirmou que “O percentual que o Milton fez foi a pedido da gestão, nasceu de uma reunião, onde estavam juntos Sinteal, representantes da prefeitura e o ministério público. O estudo que Milton fez não foi para o Sinteal, não foram os números do Sinteal, foram os números que a Secretaria de Educação enviou para o Milton”.

 



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